A 3ª fase do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida sofreu algumas mudanças causadas por problemas orçamentários.

O presidente interino Michel Temer disse em entrevista, que deverá encerrar os benefícios concedidos às pessoas de baixa renda que estiverem enquadradas na faixa 1 e na faixa 2, ou seja, com renda familiar de até R$1.800 e os que recebem até R$3.600.

Com essas medidas, a 3ª etapa do programa para aquisição da casa própria será totalmente reformulada. O relançamento terá uma meta inferior ao que foi prometida pela presidente afastada Dilma Roussef. A presidente tinha dito que faria mais 3 milhões de residências em 2014 antes de sua reeleição.

O governo atual cortou esse número pela metade, só será possível a liberação d e 1,5 milhão de unidades nos próximos 3 anos, saiba mais sobre negocios a venda em curitiba.

Temer também fará outra mudança. Haverá a extinção da nova faixa de renda de 1,5 que era uma novidade para a 3ª etapa do programa, mas que não sairá do papel.

O governo federal criou o programa MCMV em 2009 e as atuais alterações poderão adiar os projetos das famílias que sonham em adquirir a casa própria.

Alguns fatores podem colaborar para uma melhora no cenário do mercado imobiliário para 2017.

Entre eles, destacamos a inflação brasileira que caiu de 10,7% em 2015 para 7,2% em 2016. Para o próximo ano, a previsão do mercado financeiro é que a inflação fique em torno de 5,07%, de acordo com divulgação do Banco Central.

Outro fator importante é a redução das taxas de juros. Enquanto ela estiver sendo mantida em alta, o crédito fica mais pesado e colabora para o recuo do consumo das famílias e menor injeção de capital das empresas. De acordo com o mercado, a estimativa é que a taxa de juro fique em torno de 11% com previsão de mais queda para 2018.

O PIB também contribui para uma boa recuperação do mercado imobiliário brasileiro já que é importante medidor de comportamento da economia brasileira. O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia para mensurar a atividade econômica de um país. ele representa a junção de todos os bens e serviços feitos dentro do Brasil.

Olhando para estes fatores a perspectiva é favorável ao mercado imobiliário. O FMI (Fundo Monetário Internacional) também está otimista com o crescimento do PIB brasileiro em 2017. É o que diz a melhor imobiliaria em presidente prudente.

 

O comprador que ficar inadimplente, além de perder o imóvel para o banco, não possui nenhuma garantia de recebimento das parcelas já pagas. O fraco desempenho da economia brasileira tem contribuído para essa situação. As taxas de juros estão impossibilitando as negociações.

Os corretores da mota imobiliaria curitiba parana, que avaliam imóveis explicam que ao retomar o imóvel, os bancos devem obrigatoriamente, realizar dois leilões. Se o imóvel não for vendido no primeiro leilão, no segundo, o banco poderá vendê-lo por um valor abaixo do mercado, apenas conseguindo o valor da dívida do comprador.

Isso é ótimo para o banco, já que nesse processo, os imóveis são negociados mais rapidamente e o banco não perde, entretanto o comprador tem prejuízo, já que receberá um valor abaixo do que pagou, isso quando houver valor a ser recebido.

É possível ingressar com uma ação judicial questionando os valores negociados, caso seja inferior ao valor de mercado, mas não há garantia nenhuma do comprador ganhar a causa. Até hoje não existe nenhuma decisão que tenha sido favorável ao comprador.